Dentro de nós há uma semente.
Que pulsa, reverbera.
Que reúne vida, cor e sabedoria.
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Ela vem do branco, do preto e do vermelho. Cores da mulher primordial, cores do início. Elas descrevem a pura alquimia que segue o trajeto da Mulher Selvagem.
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O Branco da luz que sobe, o Preto da escuridão misteriosa e o Vermelho do amanhecer constroem a tríade que faz de nós quem somos. Cada cor com a sua infinita simbologia, e todas elas promessas de um novo ciclo, uma nova mulher que nasce o tempo todo.
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Assim, brota uma nova história. Semeamos a terra com nossas profundas intenções, com aquilo que nossa essência carrega, para florescermos mais inteiras, mais vivas. Contamos com as bençãos da primeira mulher, Eva, e todo o mito que a rodeia, para correr as estações e sermos cria da Natureza, Mãe Maior.
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Serpentes. Frutos. Escolhas. O Divino nos oferece tudo o que há entre luz e sombra, entre Lilith e Eva, entre passado e futuro, e o que nos guia é puramente intuitivo e lunar. É Semente.